TEDx no Vaticano - Astrônomo da Nasa e jesuíta fala sobre a relação entre fé e ciência

Em abril o Vaticano organizou um dos eventos da série TEDx - para quem não conhece, basta dar uma olhada (1) . Trata-se de uma série de eventos realizados no mundo inteiro com personalidades que vão de Bill Clinton a Gloria Stefan, falando sobre temas de vanguarda como empreendedorismo e desenvolvimento. Os eventos se definem como ideas that worth spreading. Realizado na Via della Conciliazione foi promovido pelo Pátio dos Gentios e o Pontifício Conselho para a Cultura numa iniciativa de diálogo com a sociedade por parte do Vaticano e teve como tema liberdade religiosa. A apresentação do jesuíta Guy Consolmagno é imperdível (em inglês) e serve de referência de como se pode tocar com simplicidade e leveza temas difíceis como a relação entre fé e ciência. Imperdível.



(1) http://www.tedxsaopaulo.com.br/

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Nova Evangelização

Vida Pública





Bispos católicos do mundo inteiro estiveram reunidos em outubro (1) do ano passado para discutir, rezar e compreender como anunciar o Evangelho no mundo de hoje, principalmente em países que tem uma longa história católica e que hoje se distanciam cada vez mais da fé. Todos sabemos que há um grande desafio pela frente, e nossos bispos não são indiferentes à questão.  Há um hiato tão grande entre o que a Igreja crê e o que a sociedade pensa que ela crê, que basta perguntar a um jovem sobre o que é a Igreja Católica para se ter uma ideia muito clara e adequada do que exatamente ela não é, rs.

Por outro lado, pode soar estranho falar de uma Nova Evangelização, já que a Evangelização é sempre nova e sempre presente, é o dia-a-dia da Igreja, tanto que o termo causou estranhamento até entre alguns bispos, como pode se ver na indicação de leitura abaixo de um padre que acompanhou o Sínodo para a Nova Evangelização in loco (2).  A preocupação com uma Nova Evangelização, acenada pela primeira vez por Papa João Paulo, é, de qualquer maneira e sensação de que nos falta algo, mas afinal o que nos falta?

Quando falamos de Evangelização a primeira coisa é termos clareza de que não estamos falando dos excessos que muitas vezes nos vêm à mente por conta da história. A Evangelização não é ostensiva. Não se impõe pela força e nem pela repressão. Ela é um testemunho de amor, que ganha os corações e as ideias pacientemente.

É verdade que ao longo da história muitos católicos utilizaram a Evangelização como desculpa para defender seus próprios interesses, fossem eles terras, escravos ou ouro. E que muitos mancharam a história da Igreja. Mas para cada conquistador espanhol ou português que levantou uma espada em nome de Deus – ou pelo menos assim dizia, pois levantava na verdade em nome de seu desejo de poder e riqueza – não faltou um franciscano, um jesuíta ou um dominicano que denunciasse isto como sendo o que verdadeiramente e simplesmente é: pecado.

São Bartolomeu de las Casas, Beato Padre Anchieta, Padre Antônio Vieira e muito antes da colonização da América, S. Tomás de Aquino, que já dizia textualmente o que era patrimônio comum dos fieis: a fé pressupõe a liberdade. Assim, jamais se poderia impor pela força.

Por mais erros que se tenha cometido em nome da fé, Deus jamais abandonou a Igreja, como jamais nos abandona, e não faltou um mosteiro, um santo ou homens e mulheres justos que apresentassem em todos os tempos a fé clara, a fé de sempre da Igreja. Em alguns momentos talvez estes se tenham reduzido a um pequeno mosteiro, outras vezes foram multidões de fieis fervorosos a darem este testemunho. Mas o Espírito Santo sempre esteve com a Igreja, e o número daqueles que correspondem ao Amor de Deus é resultado da liberdade do coração de cada um, e mesmo que pouquíssimos correspondam, Deus continua Deus e a Igreja continua Igreja.

Outro extremo seria uma evangelização medrosa. Cristãos com medo de que de alguma maneira pudessem dominar as outras pessoas. Não sei de onde vem essa preocupação, se mal conseguimos que as pessoas que vão semanalmente às Missas sigam a moral católica, por que razão conseguiríamos dominar ideologicamente quem quer que fosse, rs? Penso que só Dan Brown, alguns grupos fundamentalistas e católicos com complexo de inferioridade conseguem acreditar em uma coisa dessas,rs

Frei Raniero Cantalamessa resumiu muito bem o dilema interno da Igreja nas suas pregações para o Natal do ano passado: “uma Igreja melancólica e medrosa não estaria (...) à altura da sua tarefa; não poderia responder às expectativas da humanidade, sobretudo dos jovens” (3). Nossa pregação não deve ser ostensiva. Mas deve ser confiante.

Mas por onde começar a Nova Evangelização? Penso que um ponto importante seja a presença pública da Igreja no debate político e cultural de nosso tempo. E que um ponto de partida interessante pode ser alavancarmos uma ampla plataforma pró-vida. A Igreja tem se pronunciado de forma clara sobre o direito das famílias e dos que ainda não nasceram. E em geral tem feito isso muito bem. Mas não podemos nos tornar um núcleo de resistência, que tenta salvar cada vez menos coisas de uma sociedade em declínio. Precisamos avançar. E podemos partir do que já está sendo feito, indo em direção aos mais indefesos, realizando, como aponta a Doutrina Social da Igreja, uma opção preferencial pelos pobres.

Em uma sociedade cada vez mais individualista e com cada vez menos vínculos familiares, não me parece ser necessário um grande exercício de imaginação para perceber que os novos pobres serão em grande parte idosos abandonados. Abandonados materialmente, como já há tantos, abandonados afetivamente e abandonados à eutanásia, que como já se percebe em alguns casos na Europa, não necessariamente será voluntária. Abandonados espiritualmente pelos homens à própria sorte.

Uma sociedade que não consegue conviver com o sofrimento e que pensa em como morrer, mas não em como devemos viver, já perdeu toda sua dignidade. Como bem disse Papa João Paulo, é uma cultura de morte, devemos contrapô-la com uma cultura de vida.

Chegou-se ao absurdo de propor abertamente o assassinato de recém-nascidos (4), em uma renomada revista de ética médica como alternativa ao aborto (!) e recentemente um pesquisador holandês defendeu a eutanásia infantil (5) (!).

Por outro lado, há grandes sinais de esperança. A sociedade americana tem se levantado contra o aborto. Recentemente o estado do Kansas foi o primeiro a aprovar leis que vão na direção de revogar o direito ao aborto (6) e este ano tivemos a maior marcha pró-vida da história, em que estiveram, sobretudo, jovens (7). E o mesmo tem acontecido, com diferentes nuances em diversos países.

E podemos expandir esta plataforma. Dos nascituros e recém-nascidos, por que não avançarmos a questão com relação ao cuidado das crianças na primeira infância como tem feito tão bem a Pastoral da Criança? Ou numa sociedade extremamente erotizada, por que ainda não levantamos a bandeira contra prostituição infantil e o tráfico de crianças?

E aqui é importante lamentar profundamente que atos de heroísmo como o de D. Azcona, bispo no Pará, tem sido tão pouco divulgados. D. Azcona denunciou a participação de vereadores da cidade de Soure em uma rede de exploração sexual e tráfico de crianças, razão pela qual está ameaçado de morte.  Não é constrangedor o silêncio em nossas paróquias com relação a fatos como este?. Não seria o caso de termos ao menos um pequeno espaço nas homilias de domingo para prestar solidariedade e organizar o auxílio a D. Azcona?

Outro caso que merece nossa atenção neste sentido é o assassinato de Ir Dorothy. Como ainda não iniciamos um movimento pela justiça nos vastos territórios sem lei que ainda existem em nosso país?

Penso que partindo dos mais indefesos devemos progredir até abarcar todas as dores de nossa sociedade, denunciando as contradições dessa cultura de morte, para anunciarmos, pelo testemunho de vida, a cultura de vida que brota do Evangelho.

A Igreja, por amor do Senhor, sempre esteve do lado dos mais pobres e indefesos. Talvez seja o tempo, sob o governo amoroso e caloroso de Papa Francisco de retomarmos o vigor nessa direção. Por amor ao Senhor. Anunciando um Evangelho inteiro, para o homem todo. E da forma adequada para uma sociedade plural, democrática e livre da qual fazemos parte.

(2) Por exemplo neste site:

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EUTANÁSIA INFANTIL

de http://www.hazteoir.org/noticia/51441-puestos-eliminar-vidas-proponen-eutanasia-infantil-al-aborto


Eutanásia infantil!? Depois que um grupo de pesquisadores ingleses propôs o infanticídio (a morte de recém-nascidos) como alternativa ao aborto, agora surge a proposta de "eutanásia infantil". Acho que a  notícia dispensa comentários. Apenas gostaria de dizer que conheço via facebook uma criança com Epidermólise bolhosa , o sofrimento de fato parece muito grande. Mas, apesar de tudo, me parece uma criança feliz. Me parece que é possível ser feliz com sofrimento, o que os defensores da eutanásia simplesmente não entendem.


Puestos a eliminar vidas, proponen la eutanasia infantil al aborto


Eduard Verhagen apunta a eliminar al niño enfermo tras el nacimiento en lugar de durante la gestación
"Certeza total sobre el diagnóstico y un pronóstico más claro", apunta el médico holandés, autor del Protocolo de Groningen
Certeza total sobre el diagnóstico y un pronóstico más claro: es por lo que el médico holandés Eduard Verhagen defiende que se opte por eliminar al niño enfermo tras el nacimiento, en lugar de durante la gestación.
REDACCIÓN HO.-  Certeza total sobre el diagnóstico y un pronóstico más claro después del nacimiento. Es lo que esgrime el médico holandés Eduard Verhagen, director de Pediatría de la Universidad de Groningen y autor del Protocolo de Groningen para defender la eutanasia infantil en casos de bebés gravemente enfermos, en lugar de abortar en el primer trimestre si se sospecha una grave malformación. 
Verhagen es director de Pediatría de la Universidad de Groningen en Holanda. Pero es más conocido en Europa por la bandera que ha hecho de la eutanasia neonatal, como último método para poner fin al sufrimiento infantil, dice, mirando hacia otro lado ante testimonios de vida como el que en estos días nos ofrece una pequeña de dos años en EE.UUU. Médico y abogado, es autor del Protocolo de Groningen: introducido en 2005 en los Países Bajos, es la  guía que utilizan los médicos holandeses para decidir en qué casos se debe aplicar la eutanasia infantil.  Lo originó el caso de una niña con una grave enfermedad de la piel -epidermolisis bullosa- que provoca la aparición de ampollas internas y externas. Los padres solicitaron a los médicos la eutanasia. La solicitud fue denegada y la niña murió tres meses después. La aprobación del protocolo acarreó una tormenta de críticas, denunciando que con ello se abría la la puerta a la generalización de la eutanasia en recién nacidos.  
Sus escalofriantes puntos de vista aparecen publicados en un número especial de la revista Journal of Medical Ethics, del que hoy se ocupa ampliamente medios como el diario ABC o la web en inglés onmedica.com«Para algunos padres la opción de la eutanasia puede ser una mejor opción. Después del nacimiento el pronóstico es mucho más claro y se pueden discutir todas las opciones de tratamiento disponibles, incluyendo la de los cuidados paliativos», escribe  Verhagen en un artículo del que hoy . «Si todas las partes implicadas (padres, médicos, jueces...) concluyen que el pronóstico es muy sombrío y el estado del bebé se juzga como un sufrimiento insoportable y continuo, ¿por qué no se permitirá como una alternativa al aborto?», sostiene.  En ese mismo,  el médico holandés se pregunta cuál es la diferencia moral entre no ofrecer tratamiento o retirar la hidratación y el alimento y la eutanasia.
Verhagen alude a dos encuestas nacionales de mortalidad infantil de 1995 y 2001 para indicar que evidencian que los médicos estaban tomando decisiones para poner fin a la vida del niño por razones "humanitarias" antes de 2005, pero no estaban informando al respecto. En el 1% de las muertes entre los niños menores de 12 meses, durante este período, los fármacos se administraron con la intención explícita de acelerar la muerte, lo que lleva al autor a concluir que se habría terminado con la vida de entre 15 y 20 niños cada año de esta manera en los Países Bajos. Sin embargo, se informó oficialmente sólo de tres.
Criterios de eutanasia
El Protocolo de Groningen establece los cinco criterios que deben cumplirse para tomar una decisión tan grave: un diagnóstico y pronóstico fuera de toda duda, la presencia de un sufrimiento incontrolable y desesperado, una segunda opinión médica independiente para confirmar el primer diagnóstico, el consentimiento de ambos padres y el visto bueno de la fiscalía general para dar seguridad jurídica.





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Especialização em Filosofia Patrística e Escolástica - Faculdade de São Bento - 2013


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COPY COLA PELA VIDA ! ENVIE O TRECHO EM NEGRITO PARA OS DEPUTADOS ABAIXO!



COMUNICADO URGENTE BRASIL SEM ABORTO SOBRE O PROJETO DE LEI 478/2007 – ESTATUTO DO NASCITURO

Caros Amigos e Amigas Pró-Vidas do Brasil!

Projeto de Lei 478/2007 denominado de ESTATUTO DO NASCITURO cujo objetivo é garantir os direitos da criança por nascer ou seja garantir os direitos do nascituro. Veja link abaixo do teor do Substitutivo deste Projeto aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados.


O Estatuto do Nascituro está agora tramitando na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e o relator continua sendo o Deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) que apresentou parecer pela adequação financeira e orçamentária do Substitutivo aprovado na CSSF. Veja link abaixo do parecer do Deputado Eduardo Cunha:


Precisamos garantir a aprovação do Estatuto do Nascituro na Comissão de Finanças e Tributação, pois significa dar mais um passo na direção da afirmação do direito à vida, regulamentando assim o artº 5º da Constituição Brasileira, que garante a INVIOLABILIDADE DO DIREITO À VIDA. Se aprovado nesta Comissão, o Estatuto do Nascituro será encaminhado para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados que é a última Comissão onde será apreciado na Câmara dos Deputados.
Nesta quarta-feira, dia 17 de abril de 2013, o Estatuto do Nascituro foi pautado e o relator fez a leitura do seu parecer que é, insistimos, pela aprovação do mesmo. Logo após, o deputado Afonso Florence-PT/BA pediu a retirada de pauta do projeto para impedir a discussão e votação logo em seguida, que, nos garantiria a aprovação. Como não houve consenso pela retirada de pauta do projeto houve pedido de verificação do quórum (que é um procedimento regimental para verificar se o quórum está estabelecido). O resultado foi a inexistência de quórum por APENAS UM VOTO (tinha 16 deputados presentes quando deveria ter 17) o que resultou na queda da sessão da Comissão, ou seja, os trabalhos foram encerrados.
Agora vem o mais importante: o Estatuto do Nascituro volta à pauta na próxima quarta-feira, dia 24 de abril, para discussão e votação. Chegou a hora da mobilização.
Vamos pressionar os parlamentares da Comissão de Finanças e Tributação para que VOTEM COM O RELATORDeputado Eduardo Cunha-PMDB/RJ, enviando a seguinte mensagem abaixo, em negrito, apenas copiando e colando no corpo do seu email:

Senhor Deputado,

solicito seu voto pela aprovação do Parecer do Deputado Eduardo Cunha-PMDB/RJ ao Projeto de Lei 478/2007 denominado de ESTATUTO DO NASCITURO, que estabelece os DIREITOS DA CRIANÇA POR NASCER. A Vida é um bem jurídico indisponível conforme determina o artº  5º da Constituição Brasileira que garante “... a inviolabilidade do direito à vida” e, nesse sentido, o direito à vida desde a fecundação é o primeiro e o mais fundamental de todos os direitos humanos.

O Substitutivo deste Projeto de Lei em análise na Comissão de Finanças e Tributação NÃO MODIFICA  o Código Penal Brasileiro no que se refere à EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE quando a gravidez resultante de violência sexual (estupro). Em relação a esta questão o Estatuto do Nascituro não revoga, portanto, o que está disposto no artº 128 do Código Penal Brasileiro. Apenas possibilita à mulher, vítima de estupro, que optar em levar a gravidez adiante e não tiver condições econômicas de criar o filho  ou filha, a proteção do Estado conforme o que está disposto no artº 13 do Substitutivo aprovado na Comissão de Seguridade Social e Familia:

“Art. 13. O nascituro concebido em decorrência de estupro terá assegurado os seguintes direitos, ressalvados o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro:
I – direito à assistência pré-natal, com acompanhamento psicológico da mãe;
II – direito de ser encaminhado à adoção, caso a mãe assim o deseje.
§ 1º Identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, será este responsável por pensão alimentícia nos termos da lei.
§ 2º Na hipótese de a mãe vítima de estupro não dispor de meios econômicos suficientes para cuidar da vida, da saúde do desenvolvimento e da educação da criança, o Estado arcará com os custos respectivos até que venha a ser identificado e responsabilizado por pensão o genitor ou venha a ser adotada a criança, se assim for da vontade da mãe.”

Isto posto, Senhor Deputado, reafirmo minha solicitação como cidadão (ã) brasileiro(a) que VOTE FAVORAVELMENTE AO ESTATUTO DO NASCITURO acompanhando o PARECER PELA ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA NOS TERMOS DA EMENDA APRESENTADA PELO RELATOR DESTA MATÉRIA, Deputado Federal Eduardo Cunha-PMDB/RJ.

Assim sendo, estará Vossa Excelência garantindo o direito constitucional  à VIDA desde a concepção. Isso é o que esperamos de Vossa Excelência como membro da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

Relação dos Deputados membros da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados:

Nome Parlamentar Partido Correio Eletrônico
AELTON FREITAS PR dep.aeltonfreitas@camara.leg.br
AFONSO FLORENCE PT dep.afonsoflorence@camara.leg.br
AKIRA OTUSUBO PMDB dep.akiraotsubo@camara.leg.br
ALEXANDRE LEITE DEM dep.alexandreleite@camara.leg.br
ALFREDO KAEFER PSDB dep.alfredokaefer@camara.leg.br
AMAURI TEIXEIRA PT dep.amauriteixeira@camara.leg.br
ANDRÉ FIGUEIREDO PDT dep.andrefigueiredo@camara.leg.br
ANTONIO BALHMANN PSB dep.antoniobalhmann@camara.leg.br
ANTONIO C. MENDES THAME PSDB dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br
ARNALDO JARDIM PPS dep.arnaldojardim@camara.leg.br
ARTHUR OLIVEIRA MAIA PMDB dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br
ASSIS CARVALHO PT dep.assiscarvalho@camara.leg.br
CLÁUDIO PUTY PT dep.claudioputy@camara.leg.br
CLEBER VERDE PRB dep.cleberverde@camara.leg.br
DAVI  ALCOLUMBRE DEM dep.davialcolumbre@camara.leg.br
DEVANIR RIBEIRO PT dep.devanirribeiro@camara.leg.br
DIEGO ANDRADE PSD dep.diegoandrade@camara.leg.br
DR. UBIALI PSB dep.dr.ubiali@camara.leg.br
EDUARDO CUNHA PMDB dep.eduardocunha@camara.leg.br
ERIVELTON SANTANA PSC dep.eriveltonsantana@camara.leg.br
GENECIAS NORONHA PMDB dep.geneciasnoronha@camara.leg.br
GIOVANI CHERINI PDT dep.giovanicherini@camara.leg.br
GUILHERME CAMPOS PSD dep.guilhermecampos@camara.leg.br
HERMES PARCIANELLO PMDB dep.hermesparcianello@camara.leg.br
IRAJÁ ABREU PSD dep.irajaabreu@camara.leg.br
JAIRO ATAÍDE DEM dep.jairoataide@camara.leg.br
JERÔNIMO GOERGEN PP dep.jeronimogoergen@camara.leg.br
JOÃO DADO PDT dep.joaodado@camara.leg.br
JOÃO LYRA PSD dep.joaolyra@camara.leg.br
JOÃO MAGALHÃES PMDB dep.joaomagalhaes@camara.leg.br
JOÃO MAIA PR dep.joaomaia@camara.leg.br
JOÃO PAULO CUNHA PT dep.joaopaulocunha@camara.leg.br
JOSÉ GUIMARÃES PT dep.joseguimaraes@camara.leg.br
JOSÉ HUMBERTO PHS dep.josehumberto@camara.leg.br
JOSÉ MENTOR PT dep.josementor@camara.leg.br
JOSÉ OTÁVIO GERMANO PP Dep.joseotaviogermano@camara.leg.br
JOSÉ PRIANTE PMDB dep.josepriante@camara.leg.br
JÚLIO CESAR PSD dep.juliocesar@camara.leg.br
LEONARDO GADELHA PSC dep.leonardogadelha@camara.leg.br
LUCIANO CASTRO PR dep.lucianocastro@camara.leg.br
LUCIO VIEIRA LIMA PMDB dep.luciovieiralima@camara.leg.br
LUIS CARLOS HEINZE PP dep.luiscarlosheinze@camara.leg.br
LUIZ PITIMAN PMDB dep.luizpitiman@camara.leg.br
MANOEL JUNIOR PMDB dep.manoeljunior@camara.leg.br
MARCUS PESTANA PSDB dep.marcuspestana@camara.leg.br
MÁRIO FEITOZA PMDB dep.mariofeitoza@camara.leg.br
MENDONÇA FILHO DEM dep.mendoncafilho@camara.leg.br
NELSON MARCHEZAN JR PSDB dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br
OSMAR JÚNIOR PCdoB dep.osmarjunior@camara.leg.br
PAULO MALUF PP dep.paulomaluf@camara.leg.br


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Cómo la papaya se convirtió en el caballo de troya de los reclutadores abortistas


C-Fam é uma plataforma de defesa da família em estreita ligação com Austin Ruse da World Youth Alliance - https://www.wya.net/ - uma plataforma cristã internacional de jovens pela família e pela vida. Esta organização tem tido muito sucesso em bloquear e prever certas agendas na ONU, me com pouco pessoal e poucos recursos. Abaixo boletim da C-Fam apontando como em países em desenvolvimento médicos ensinam clandestinamente a fazer aborto utilizando, pasmem, mamões, como referência. Até entendo que isto pode ser parte de uma exposição didática - o tema é que é em si absurdo - mas isto está longe, muito longe, anos-luz longe, do que vendem como "aborto seguro".

apr 19, 2013
Cómo la papaya se convirtió en el caballo de troya de los reclutadores abortistas
NUEVA YORK, 19 de abril (C-FAM)  El último esfuerzo para alistar abortistas se vale de subterfugios y de fruta fresca. Usando una papaya a modo de útero, estudiantes de medicina aprenden técnicas de aborto disfrazadas de «tratamiento del aborto espontáneo».


Una agrupación activista se jacta de que el «taller de la papaya» ahora forma parte de la capacitación de los residentes en un hospital católico que prohíbe el aborto. Un grupo de médicos proabortistas del Reino Unido declaró que el 2013 es «el año de la papaya» en respuesta al reciente incremento en la popularidad de esta maniobra de capacitación que existe desde hace varios años.

Al principio, se utilizaba la papaya para mostrar una técnica de aborto llamada aspiración manual al vacío; ahora también se la emplea para enseñar el raspado manual del tejido de las paredes uterinas y la colocación de dispositivos intrauterinos (DIU) tras un aborto.

En una colección de vídeos en los que se muestra el taller de la papaya, la dra. Jody Steinauer reconoce la naturaleza polémica de las técnicas que enseña: «Dependiendo de mis alumnos y del entorno en el que estoy enseñando, algunas veces lo encuadro como un caso de aborto espontáneo y otras, como un caso de aborto».
El dr. Philip Darney, jefe de obstetricia del San Francisco General Hospital, recuerda con cariño haber ido en misiones para Estados Unidos a comienzos de la década del setenta llevando kits de aborto a otros países como Indonesia, para posibilitar los abortos clandestinos. Según Darney, estos conjuntos ofrecen «una forma tanto de atender a las mujeres que han tenido un aborto riesgoso como de llevar a cabo un aborto seguro»
.
Darney califica los kits portátiles de aborto como seguros y dice que es preferible la jeringa manual en los lugares donde la electricidad es poco confiable. ¿Qué hay de la higiene en aquellos sin electricidad? Los vídeos de la papaya no se ocupan de este asunto.

Aunque las grabaciones no abordan la limpieza del instrumental u otras medidas para prevenir infecciones, Steinauer sí encuentra tiempo para ofrecer una demostración completa de cómo raspar las paredes uterinas. «La papaya, especialmente cuando no está muy madura, cuando (se la raspa), se siente exactamente como un útero vacío», dice.
Si bien una papaya puede parecerse a un útero humano, existen diferencias clave. Tras asistir a uno de los talleres, una estudiante de medicina se sentía intranquila. «Es mucho más invasivo de lo que pensaba», dijo. «Una papaya no sangra ni grita».

Muchos programas de capacitación en los que se usa la aspiración manual al vacío para el tratamiento del aborto espontáneo reciben fondos de agrupaciones que promueven el aborto. El material didáctico apunta concretamente a médicos y personal de apoyo que manifiesta reticencia debido a su estrecha asociación con el aborto provocado. Una enfermera planteó inquietudes sobre su capacidad de «desasociar emocionalmente a ambos porque tengo sentimientos muy fuertes respecto del aborto».

Los promotores de la capacitación en «tratamiento del aborto espontáneo» piden que se realicen investigaciones que muestren si el contacto con sus talleres puede modificar posturas respecto de la realización de abortos.
En algunos lugares, la relación entre las papayas y las mujeres embarazadas genera inquietud desde hace tiempo. En algunas regiones de Asia, comúnmente se creía que las papayas eran peligrosas para las embarazadas, y la investigación moderna ha dilucidado el motivo: las papayas inmaduras contienen una especie de látex capaz de provocar contracciones uterinas y potencialmente dar origen a un aborto espontáneo.

Traducido por Luciana María Palazzo de Castellano

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Crer. Crer com a simplicidade de uma criança.


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